terça-feira, 29 de abril de 2014

GMV testa tecnologia para aterragens planetárias


A GMV realizou em Portugal um teste em voo para a verificação e validação do sistema de navegação SPARTAN (SPAce exploration Research for Throttleable Advanced eNgine). O projecto SPARTAN, financiado pelo sétimo Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (FP7), tem como objectivo o desenvolvimento e teste de um novo motor híbrido com tecnologia de propulsão de impulso variável em que um combustível sólido (HTPB) se misturará com um combustível oxidante (H2O2) e cujo fluxo é regulado por uma válvula eléctrica para modular o nível de impulso.

Quatro destes motores serão instalados num modelo de teste, estando já em execução diversos ensaios dos quais o último será para o lançamento do modelo a partir de um helicóptero, a 300 metros de altura, para que realize de forma autónoma a fase de planar e de aterragem automática.

Para o primeiro ensaio foram integrados sistemas adaptados a um veículo aéreo não tripulado, fornecido e operado pela UAVision Portugal. Em concreto, o veículo foi equipado com um sistema de navegação inercial (INS) ajudado por GPS, um altímetro laser, um computador embarcado e um sistema de telemetria. O UAV conseguiu subir aos 150 metros e durante 7 minutos realizou diversas manobras.

Por PCGuia

Google vai iniciar nova recolha de imagens em Portugal para o serviço StreetView


A Google anunciou que vai iniciar nos próximos dias uma nova recolha de imagens em Portugal para o seu serviço StreetView, com o objectivo de manter actualizadas as informações destas imagens inseridas no Google Maps.

A recolha de imagens a 360º para o StreetView irá decorrer em Braga, Porto, Aveiro, Lisboa, Nazaré, Évora, Albufeira e Lagos, entre outras cidades e locais de Portugal. Além de pretender actualizar as imagens já existentes no StreetView, a ideia da Google é também fotografar regiões e locais turísticos que, até agora, não tinham sido mapeados pelo serviço. Além de Portugal, as equipas StreetView vão iniciar o registo de novas imagens em diversos locais de Europa.

Durante o processo de captura das imagens e da sua publicação «a Google irá respeitar na íntegra todas as questões associadas com a privacidade». Vão ser aplicadas ‘máscaras’ a todas as caras e chapas de matrícula presentes nas imagens. Os utilizadores poderão, a qualquer altura, solicitar a remoção de uma determinada imagem, bastando reportar o problema directamente a partir da página com imagens StreetView que está a visualizar.

Por PCGuia

segunda-feira, 28 de abril de 2014

SimActive Unveils New One-Click Solution for UAVs

SimActive, a developer of photogrammetry software, announce a new one-click solution for UAV imagery. The new Correlator3D version 5.2 allows the automatic processing of an entire project in only one easy step. The full workflow, which includes generation of a DSM, DTM and orthomosaic, can be performed in minutes only.

This new one-click solution completely eliminates the need for training and allows users with no photogrammetry background to produce accurate results. In parallel, the standard Correlator3D workflow continues to provide more advanced users additional control and manual editing tools. The new version thus combines, in the same software package, the advantages of a one-click solution as well as of a traditional photogrammetry tool.

Por simactive


sábado, 26 de abril de 2014

Já pode viajar no tempo com o Google Street View


A nova versão do Google Maps para web vai incluir a partir de hoje uma funcionalidade chamada Time Machine ou “viagem no tempo” que permite, em certos locais, ver fotos tiradas até 2006 de forma conseguir observar a evolução desses locais. A Time Machine pode ser usada através do cursor que aparece no canto superior esquerdo da imagem.

Segundo os responsáveis pelo Google Maps, esta funcionalidade já era um pedido dos utilizadores há muito tempo que querem que a empresa preserve imagens de sítios que lhes são queridos. A Google escreveu um algoritmo para mostrar automaticamente as melhores imagens recolhidas todos os meses descartando as que têm desfoques ou que foram recolhidas com mau tempo.

Esta funcionalidade não está disponível em todas as localizações fotografadas através do Street View, mas já pode ver a Freedom Tower em Nova Iorque ou estádio que está a ser construído em Fortaleza para o Campeonato do Mundo de Futebol de 2014 do Brasil. 

Neste momento o sistema só permite passar um mês de cada vez mesmo em sítios que sejam fotografados com mais frequência.

Por PCGuia

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Bluesky Aerial Mapping Helps Harrow Council Tackle Growing Beds in Sheds Problem

Thermal imaging and laser scan data collected by aircraft is helping Harrow Council tackle the growing problem of unscrupulous landlords renting out sheds and outbuildings as dwellings. Supplied by aerial mapping company Bluesky, the map accurate thermal images are combined with detailed LiDAR measurements to give staff at Harrow Council a much better understanding of where unpermitted developments may have been erected and their potential occupation evidenced as ‘hot spots’ in the data.


The Bluesky data is being combined with additional Council information such as waste collection, parking permits and noise complaints, for example as part of the government funded ‘Hot Harrow’ project.

The Bluesky data supplied to Harrow Council included property level map accurate thermal infrared images which can be used to highlight different levels of heat loss between individual properties and ‘unexpected hot spots’. When combined with additional data, within the Council’s Geographical Information System, these images can be used to identify and target individual properties for energy efficiency works or even support with fuel bills. ‘Hot spots’ in the data may also indicate illegal dwellings requiring further investigation and have already uncovered a number of cannabis factories.

Bluesky’s ability to simultaneously capture LiDAR (Light Imaging Detection and Ranging) was an important consideration to Harrow Council. LiDAR systems use aircraft mounted lasers to accurately determine the distance between the sensor and the ground or other targets such as buildings and vegetation which in turn provides the accurate height of buildings, vegetation and the ground. 

Por bluesky-world


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Trimble Sketchup

A evolução permanente de software de desenho tridimensional assenta, em grande parte, no desenvolvimento de aplicações UserFriendly capazes de servir e interligar as diversas especialidades da área do Projecto. Sketchup – inicialmente desenvolvido pela Google e agora propriedade daTrimble – pretende assumir-se como uma dessas ferramentas, amplamente usada por arquitectos, mas com potencial para integrar as variáveis de outras especialidades, como por exemplo a Engenharia Geográfica.


Local: OERN


Calendarização: 05 e 06 de Maio de 2014
Horário: 09h00 às 18h00
Pré-inscrição: mediante preenchimento do seguinte formulário. A inscrição só se torna efetiva após apresentação do comprovativo da transferência bancária.

Mais informações:
Ordem dos Engenheiros Região Norte
Rua Rodrigues Sampaio, 123
4000-425 Porto
T - 22 207 13 00
F - 22 203 96 47

Por OERN

Transformações de coordenadas para o sistema ETRS89/PT-TM06

Os países europeus adotaram, de uma forma geral o datum ETRS89. No caso de Portugal Continental foi estabelecida uma nova projeção cartográfica das coordenadas geográficas desse datum, dando origem ao sistema ETRS89/PT-TM06, que substitui os sistemas de coordenadas anteriores utilizados na Topografia e na Cartografia.

Muitos utilizadores que trabalham com informação georreferenciada, nas diversas áreas de Engenharia e outras, deparam-se com dificuldades na adaptação a este novo sistema, nomeadamente nos processos de transformação de coordenadas. Existem atualmente métodos de transformação baseados em grelhas de interpolação, que não são do conhecimento da generalidade dos utilizadores, e que são implementados em software open-source muito eficiente para a transformação de ficheiros vetoriais e raster de informação geográfica.


Local: OERN


Calendarização: 30 de Junho e 01 de Julho de 2014
Horário: 09h00 às 18h00
Pré-inscrição: mediante preenchimento do seguinte formulário. A inscrição só se torna efetiva após apresentação do comprovativo da transferência bancária.

Mais informações:
Ordem dos Engenheiros Região Norte
Rua Rodrigues Sampaio, 123
4000-425 Porto
T - 22 207 13 00
F - 22 203 96 47

Por OERN

2º Encontro de Utilizadores QGIS Portugal

Depois do sucesso do primeiro encontro realizado em 2012, em Lisboa, tornou-se clara a necessidade de se realizarem mais encontros do mesmo género. É com enorme gosto que anunciamos o 2º Encontro de Utilizadores QGIS Portugal, que vai ter lugar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, no próximo dia 2 de Junho. Será um dia inteiramente dedicado ao QGIS com apresentações das novidades, casos de estudo nacionais e workshops. Será também o espaço ideal para apresentar o grupo de utilizadores QGIS PT e divulgar os seus objectivos.

A participação no encontro será totalmente gratuita, embora não dispense a inscrição prévia, pois teremos um número limitado de lugares. Serão ministrados quatro workshops dos quais poderá frequentar apenas dois. Por razões logísticas, estes workshops terão um número ainda mais limitado de lugares. Assim, embora possa frequentar estes workshops gratuitamente, se pretender garantir que o seu lugar está reservado poderá fazer uma doação de, pelo menos, 5€ (por cada workshop) ao projecto QGIS, através do seu paypal ou por transferência bancária. Deste modo estará a contribuir directamente para o desenvolvimento do projecto QGIS. Por questões de tempo os workshops serão em modo de demonstração. Se pretender, poderá tentar acompanhar os passos com o seu computador pessoal. Para acompanhar os workshops deverá trazer o seu computador pessoal e, se possível, com o QGIS (Desktop e Server) já instalado.

Não perca mais tempo... INSCREVA-SE JÁ!

Por QGIS-PT

terça-feira, 22 de abril de 2014

I Ciclo de Cinema Científico



2 dias com 6 sessões distintas abrangendo todas as áreas da Faculdade!
Projeção de um filme + Mesa Redonda com especialistas da área!

:::::: Sessão 5 (14h - 17h) ::::::
 30 de Abril.

* Público-alvo: Ciências e Tecnologia do Ambiente, Engenharia Geográfica, Geologia
* Filmes: Permafrost:60º / + a Sul
* Mesa Redonda:
- Prof. Ana Cláudia Teodoro (FCUP)
- Prof. António Guerner (FCUP)
- Prof. Rui Moura (FCUP)
- Moderador: Nélson Pires (FCUP)
* Local: Auditório Ferreira da Silva


segunda-feira, 21 de abril de 2014

“Copernicus- Sentinels Serving Society and the Environment” 12 May 2014 – 13 May 2014, Athens, Greece



“Copernicus- Sentinels Serving Society and the Environment”
12 May 2014 – 13 May 2014, Athens, Greece


European Commission are jointly organising a conference on “Copernicus- Sentinels Serving Society and the Environment”, ushering in a new era for the most important Earth Observation Programme to date.

The conference will focus on how geospatial information and services empower public administrations and business to improve public services, to better their relations with the citizens and customers respectively, and to take better informed decisions on future territorial development, with socio-economic and environmental considerations in mind.

Europe’s satellite infrastructure Copernicus combines data from Earth Observation satellites and other sources to offer a hub of geospatial information expected to improve knowledge and generate new jobs in Europe’s regions and cities.

This conference will highlight the launch of sentinels marking a new era for Copernicus and will:
Provide public administrations and businesses with practical examples of geospatial solutions in sectors such as the environment and risk management, energy, territorial planning and e-governance
Provide the space community with insights into the current and future needs of end-users and downstream service providers so as to discuss what more can be done (in terms of policy, governance, technology etc) to enable them to make the most of Copernicus.
REGISTRATION:
CLICK TO REGISTER

Venue:
387 Syngrou Avenue 
175 64 P. Faliro
Athens, Greece 

Contact:
Thomas Beer/European Space Agency: Thomas.beer@esa.int
Programme Committee

Christina Giannopapa/ European Space Agency: Christina.giannopapa@esa.int
Programme Committee

Paola Berretta/European Space Agency: Paola.berretta@esa.int
Organising Committee

For Registration matters: 

ESA Conference Bureau
Via Galileo Galilei
Casella Postale 64
00044 Frascati (Roma)
Italy

Phone: +39 06 94 180 912 
Fax: +39 06 94 180 902 
Email: esa.conference.bureau@esa.int

Enviado por Ana Cerqueira

domingo, 20 de abril de 2014

Disponível uma nova versão do software livre gvSIG

A Associação gvSIG anunciou o lançamento do novo gvSIG 2.1 RC1. Segundo a Associação, esta esta nova versão oferece diversas novidades como a recuperação das funcionalidades da versão 1.x.

Além disso, foram inseridos novos recursos para georreferenciação, novos tipos de legenda, rotulagem avançada, exportação para a extensão .kml, suporte a PostGIS 2, suporte para scriping, entre diversas outras funcionalidades.


Clique aqui para visualizar a lista completa de novidades do novo gvSIG 2.1. O software gvSIG é totalmente gratuito e seu download está disponível do site da Associação gvSIG.

Por MundoGeo

sábado, 19 de abril de 2014

Nasa Encontra Planeta Como A Terra Em Zona Habitável

A NASA anunciou a descoberta de um planeta um pouco menor que a Terra, que orbita a sua estrela numa zona considerada habitável ou seja, que poderá ter água no estado líquido e, eventualmente, vida.

O planeta foi detetado através do telescópio espacial Kepler, a cerca de 500 anos luz da Terra, no sistema Kepler-186 da constelação do Cisne.


O sistema inclui outros quatro planetas em torno de uma estrela com cerca de metade da massa e do tamanho do nosso Sol. A estrela está classificada como uma anã vermelha, a classe de estrelas onde se inclui 70% das estrelas da Via Láctea.

Para a equipa de astrónomos que descobriu o planeta, até agora denominado Kepler-186f, fica agora provado que podem existir mais planetas do tamanho da Terra nas zonas habitáveis de outros sóis da nossa Galáxia, a Via Láctea. Até agora, os exoplanetas encontrados nessas órbitas eram todos 40% maiores do que a Terra.

“É um passo significativo na descoberta de outros mundos como o nosso próprio planeta” afirma Paul Hertz da Divisão de Astrofísica da NASA. “Missões futuras da NASA, como o Satélite de Análise de Exoplanetas e o Telescópio Espacial James Webb, irão descobrir os exoplanetas rochosos mais próximos e determinar a sua composição e condições atmosféricas, prosseguindo a busca da humanidade por verdadeiras novas Terras.”


Até agora não foi possível determinar nem a massa nem a composição de Kepler-186f. Pesquisas anteriores abrem a possibilidade de o planeta ser rochoso, como a Terra.

“Sabemos de apenas um planeta onde existe vida – a Terra. Quando procuramos vida fora do nosso Sistema Solar focamo-nos em planetas cujas características são semelhante à Terra” disse Elisa Quintana do Instituto SETI no Centro de Pesquisa da NASA em Moffet Field, Califórnia.

Autora principal do artigo publicado esta quinta-feira na revista Science, Quintana refere que “encontrar um planeta na zona habitável com um tamanho comparável ao da Terra é um enorme passo em frente.”

Um estudo publicado em finais de 2013 mostra que um em cada cinco sóis semelhantes ao Sol, na Via Láctea, tem um planeta do tamanho da Terra colocado na zona própria para ter água em estado líquido, essencial à vida.

Será possível viajar até lá ?

Viajando pelas vias já conhecidas, não é humanamente possível, fica longe demais: só lá chegaríamos 500 anos depois da partida de viajássemos à velocidade da luz. Mas acreditamos que haja em nós criatividade e engenho suficientes para descobrir nos mecanismos mais íntimos do universo atalhos que nos permitam alterar o que damos por adquirido a respeito do espaço/tempo.


Porque é que procuram sempre sítios com água? Não pode haver vida sem água?

É mais fácil procurar vida que seja algo como a vida que já conhecemos do que conceber algo completamente diferente… e procurar essa coisa. Isso seria pior do que uma agulha num palheiro… era nem sequer saber para que palheiro olhar. Ou pondo de outra forma: tentar procurar sítios onde haja condições semelhantes à terra, é a forma mais sensata de gerir recursos limitados para pesquisar um espaço ilimitado.

Por Ainanas

sexta-feira, 18 de abril de 2014

First radar vision for Copernicus

Launched on 3 April, ESA’s Sentinel-1A satellite has already delivered its first radar images of Earth. They offer a tantalising glimpse of the kind of operational imagery that this new mission will provide for Europe’s ambitious Copernicus environmental monitoring programme.

Rather aptly, the first image shows Brussels in Belgium, the seat of the European Commission.

The European Commission leads the Copernicus programme and coordinates the broad range of services to improve the management of the environment and to safeguard everyday lives. ESA is responsible for developing the family of Sentinel satellites and for ensuring that the stream of data are available for these services.

This first image of Belgium was captured on 12 April, just one day after the satellite was put into its operational attitude, and demonstrates the potential of Sentinel-1A’s radar vision.


Since it was launched from Europe’s Spaceport in French Guiana, Sentinel-1A has undertaken a complicated routine to deploy its 12-m long radar and two 10-m long solar wings, as well as passing a series of initial instrument checks.

The satellite is not yet in its operational orbit, nor is it calibrated for supplying true data. These tasks will be carried out during the commissioning phase, which will take about three months to complete. This preliminary set of images simply offer a taster of what’s to come.

Flooding in Namibia

However, they are an extremely pleasing taster as ESA’s Director of ESA’s Earth Observation Programmes, Volker Liebig, commented, “We are exceptionally happy with this first set of images.”

He continued, “We are in very early days of the satellite’s life in orbit and ground segment operations, but these images certainly demonstrate the calibre of data this advanced radar mission will bring from its different imaging modes, and how it will provide essential data for Copernicus services to benefit us all.”

The first image, which was acquired in the satellite’s ‘strip map’ mode with a swath width of 80 km, clearly captures the dense urban environment of Brussels shown in white in the middle of the picture. Antwerp can be seen in the top left in red –blue colours and the greens depict vegetation in the surrounding areas. Waterways and low-reflective areas such as airport runways appear black.

Among other applications, images such as this will be used for urban planning, for monitoring agriculture, for mapping deforestation and for managing water resources.

This first set of acquisitions also included an area in Namibia that is currently flooded by the Zambezi river (shown above right).

Pine Island and Thwaites Glaciers

Although commissioning has only just begun, the team tasked the satellite to image the flood as would be routine in the case of an emergency when the mission is fully operational.

The images were then available in less than an hour once they had been received by the ground station.

Sentinel-1A’s ability to ‘see’ through cloud and rain and in pitch darkness make it particularly useful for monitoring floods and for offering images for emergency response. In fact, this area of the Caprivi plain was shrouded in thick cloud when the satellite acquired the image on 13 April.

One of the images acquired on the same day focuses on Pine Island Glacier in Antarctica. This glacier is in a state of ‘irreversible retreat’ so it is important to keep a very close eye on glaciers such as these as they lose ice to the ocean.

Antarctica Peninsula

Another shows a transect over the northern part of the Antarctica Peninsula.

As well as monitoring glaciers, Sentinel-1A is poised to generate timely maps of sea-ice conditions, particularly for the increasingly busy Arctic waters. Images from its advanced radar can be used to distinguish clearly between the thinner more navigable first-year ice and the hazardous, much thicker multiyear ice to help assure safe year-round navigation in polar waters.

As these first images show, Sentinel-1A is already demonstrating the vital role it will play in the largest civil Earth observation programme ever conceived.

Por ESA

Previsão especial Páscoa

Sexta feira vai haver um aumento da nebulosidade que poderão se formar aguaceiros e trovoadas em especial no Norte e Centro durante a tarde, pequena descida de temperatura. Sábado será um dia de céu com períodos de muita nebulosidade e possibilidade de chuva fraca ou chuvisco no Norte e Centro, descida da temperatura. Domingo será um dia de céu muito nublado com períodos de chuva ou aguaceiros que poderão ser localmente fortes e acompanhados de trovoada, neste dia de novo uma descida de temperatura.


Por MeteoAlerta

Marinha Portuguesa demonstrou capacidades do Sistema Aéreo Não Tripulado (RPAS) AR4 Light Ray


A Marinha Portuguesa realizou ontem a primeira demonstração pública do Sistema Aéreo Não Tripulado (RPAS – Remotely Piloted Aerial System) AR4 Light Ray da TEKEVER, num momento que contou com a presença do Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, e do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso.

O evento surgiu no âmbito da visita do Ministro da Defesa Nacional ao Centro Integrado de Treino e Avaliação Naval da Marinha, na Base Naval de Lisboa, na qual foi formalizada a entrega do primeiro RPAS AR4 Light Ray à Marinha, ao abrigo dos protocolos de cooperação celebrados entre esta entidade e a TEKEVER. As duas entidades estão presentemente a colaborar em diversos projectos de I&D e validação operacional de equipamentos.

Os presentes no evento tiveram oportunidade de assistir a uma missão do sistema sobre o mar, executada por operacionais da Marinha, mostrando as capacidades e a tecnologia do equipamento.

A marinha portuguesa convidou os jornalistas e membros do Governo para a apresentação oficial do seu primeiro Drone! E o primeiro voo não correu muito bem.


Mas depois o resultado foi muito bom confire no video abaixo.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Versão 5.0 do software livre i3Geo está disponível

A Associação gvSIG informa que já está disponível para download a versão 5.0 da ferramenta livre i3Geo, para ser testada pelos usuários. Após os testes e feedback da comunidades, a versão se tornará oficial.

O i3Geo é uma ferramenta destinada ao desenvolvimento de mapas interativos na Web, que integra várias aplicações de código aberto, principalmente Mapserver e OpenLayers, permitindo modificar a legenda dos layers, aplicar filtros, realizar análises, etc.. O i3Geo foi originalmente desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente do Brasil, e integrado com o projeto de software livre gvSIG em julho de 2012.

Esta versão pode ser encontrada a partir da secção do projeto i3Geo, na página gvsig.org. No caso de dúvidas, os usuários podem utilizar as listas de usuários.


Por MundoGeo

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Garmin lança dispositivo que projeta direções do GPS no pára-brisas



A Garmin, empresa da área de soluções de navegação por satélite, anunciou o lançamento do HUD, um equipamento inovador que coloca todas as informações do GPS no vidro pára-brisas do automóvel, facilitando a visualização e compreensão de todas as indicações. Ter as informações como, velocidade, tempo de chegada até o destino, alerta de radares, além dos habituais dados de navegação de um GPS, são alguns dos principais recursos do Garmin Head-Up Display (HUD).
A tecnologia recebe informações de navegação através da aplicação Navigon para smartphones, apresentando direções nítidas e brilhantes numa projeção no pára-brisas ou numa lente refletora afixada, se ajustada sob a luz do sol ou durante a noite. Ao projetar as informações de navegação no vidro do carro, o HUD oferece uma condução mais segura, uma vez que o condutor não precisa desviar os olhos da estrada.

Além das informações comuns de navegação, o HUD também apresenta detalhes, como indicadores de curvas, distância até a próxima curva, velocidade atual, limite de velocidade, alerta de radares, etc. Entre os diferenciais estão características, como:
• Funcionamento sem fios pelo Bluetooth com smartphones habilitados para executar a aplicação Navigon para iPhone e Android;
• Ajuste automático do brilho para melhor visibilidade;
• Fornecimento de indicadores de retorno e distância até à próxima manobra;
• Carrega o telefone com a porta USB integrada ao cabo de alimentação/adaptador do veículo.


Como usá-lo:

Para utilizar o HUD, basta fazer o download da aplicação Navigon (adquirido separadamente) para iPhone, iPad ou Android e depois emparelhar o smartphone ao HUD via Bluetooth. Uma vez conectado, o aplicativo transforma-se numa solução de navegação completa, pois os mapas são armazenados no smartphone para navegação, mesmo quando não houver cobertura de rede.

Feito isso, é necessário definir o destino por endereço ou ponto de interesse (POI – Point of interest), como um posto de gasolina, restaurante, banco ou supermercado. A aplicação irá navegar ao mesmo tempo em que envia orientações troço a troço, limites de velocidade, alertas de radares e outras informações para o HUD.

O HUD é a última novidade da Garmin para o segmento automóvel. Os dispositivos de navegação são intuitivos e possuem características que ajudam a economizar combustível e tempo, de forma a responder às crescentes exigências dos utilizadores.

Por MundoGeo

terça-feira, 15 de abril de 2014

Como escolher a melhor opção de Drone para cada trabalho?

O uso de Sistemas de Veículos Aéreos Não Tripulados (Sis VANTs) para obtenção de imagens aéreas para as mais diversas aplicações já é uma realidade. Fala-se em Sis VANT, pois trata-se de todo um sistema desenvolvido para operar uma aeronave não tripulada com eficiência e segurança.



Existem inúmeras opções no mercado, tanto de equipamentos nacionais como importados. Das mais diversas formas, tamanhos e preços. E não são equipamentos baratos. Por isso não podemos errar na escolha. Mas como fazer para chegar à conclusão de qual deles pode ser o mais util? Segundo pesquisa da MundoGEO, a maioria das empresas procura uma solução completa, sempre pensando no resultado final. Mas para chegar-se a este resultado, há um bom caminho a percorrer. Muita coisa precisa ser analisada e pesada.

Um bom começo é determinar o tipo de trabalho a ser desenvolvido com o Sis VANT, que tipo de terreno iremos cobrir, quais as condições para descolagem e pouso das aeronaves, o tamanho das áreas a serem fotografadas, a facilidade ou não de acesso a estas áreas, se vamos precisar de imagens georreferenciadas com grande precisão ou apenas saber se determinada área está sendo desmatada, invadida, ou com sua ocupação expandida. Estes fatores terão impacto diretamente no tempo de voo necessário para cumprir cada missão, e isso ajudará a definir qual a autonomia e alcance que seu Sis VANT deverá ter. Com esta primeira informação, já poderemos eliminar uma parcela dos sistemas existentes no mercado.

Agora temos que levar em conta outro fator: quanto maior a autonomia e alcance de voo necessário, maior será a aeronave e seu custo de aquisição e operação, e maior o tempo para treinao da equipa que deverá operar tal sistema. Além disso, quanto maior a aeronave, mais pesada ela é, como necessita de maior distância para pousos e descolagens. Neste ponto vale a pena avaliar se realmente eu preciso de um avião que voe cinco horas seguidas, ou se posso realizar cinco voos de uma hora. É preciso levar em conta que um piloto em terra deverá monitorizar todo o tempo em que a aeronave estará no ar.

A decisão deve ser tomada analisando todos estes fatores e principalmente a missão a ser desenvolvida. Se tenho pista de boa qualidade para descolar e pousar, se posso operar horas seguidas monitorizando uma área de grandes dimensões, o que deverá pesar será o custo de aquisição e operação de cada sistema.

E, no caso da fotogrametria aerea, existe um fator a mais a ser levado em conta: a condição climática, mais especificamente o calor. Com o avançar do dia, o sol vai aquecendo a terra, e dependendo do tipo de solo ele é mais ou menos aquecido. E este calor é irradiado para o ar sobre ele. O ar aquecido, por ser mais leve, começa a subir, gerando colunas de ar ascendente. À medida em que o calor vai aumentando, a velocidade de deslocamento dessas colunas de ar também aumenta. Com a subida do ar quente, uma camada de ar mais frio desce para ocupar o seu lugar. Temos, então, colunas de ar quente subindo e colunas de ar frio descendo, e este movimento gera o que conhecemos como turbulência.

Quantas vezes já sentimos o efeito desta atividade térmica em voos comerciais que fizemos, aonde ocorreu turbulência com céu limpo? E nosso VANT também sofrerá o efeito dessa turbulência. Conclusão: para trabalhar em fotogrametria aerea de precisão não dá para voar o dia inteiro, a não ser que não haja atividade térmica.

Continuando com a escolha da aeronave: VANT ou modelo aéreo? Afinal um VANT de pequeno porte e um modelo aéreo são tão parecidos, ou será até que não são iguais? A resposta é: não são iguais. A diferença fundamental entre VANTs e aeromodelos está na segurança operacional. Se formos num final de semana a qualquer clube de aeromodelismo, veremos que é comum a perda de aeronaves pelos mais diversos motivos. Por problemas na transmissão ou recepção do sinal de rádio controle, por perda do motor em voo, por quebra ou queima de um dos servos (motor que aciona as superfícies de comando), por falha estrutural, etc...

Para continuar a ler sobre como escolher o melhor Drone, veja este artigo na íntegra em http://mundogeo.com/blog/2013/07/15/quero-um-vant-e-agora/

Por MundoGeo



segunda-feira, 14 de abril de 2014

RADAR IMAGE OF LISBON

http://www.esa.int/spaceinimages/Images/2007/09/Radar_image_of_Lisbon

Enviado por Ana Cerqueira

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domingo, 13 de abril de 2014

Empresa Portuguesa assegura a qualidade das imagens do Sentinel-1


O primeiro satélite da família Sentinel, a componente espacial do programa Copernicus, foi lançado no dia 02 de abril com sucesso a partir de Kourou, na Guiana Francesa. A qualidade dos dados deste instrumento depende agora do trabalho da DEIMOS Engenharia, que desenvolveu todo o sistema de calibração e testes e irá acompanhar a fase de validação em órbita do satélite nos próximos 6 meses. 

O Sentinel-1 é o primeiro satélite do programa Copernicus, o programa conjunto da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Comissão Europeia (CE), para a implementação de uma rede de monitorização ambiental. O satélite, com um radar de abertura sintética a bordo, irá fazer uma cobertura sem precedentes do planeta na mesma linha do satélite ENVISAT, fornecendo imagens do território e oceanos do planeta independentemente da altura do dia ou das condições atmosféricas.

A responsabilidade das actividades de calibração, validação e avaliação de desempenho do Sentinel-1 foi atribuída pela ESA à DEIMOS Engenharia com a actividade S1 CPAF – Sentinel 1 Calibration and Performance Analysis Facility. A empresa Portuguesa ganhou o concurso público internacional para esta actividade, liderando o consórcio que envolve também as inglesas AIRBUS Defense and Space ( ex- EADS Astrium) e British Aerospace Systems (BAE). O objectivo do trabalho é assegurar que as imagens adquiridas pelo instrumento têm a qualidade técnica necessária ao desenvolvimento futuro dos serviços Copernicus.

‘Este é um trabalho para o qual nos temos vindo a preparar intensamente nos últimos 3 anos’ afirma Miguel Terra Homem, gestor do projecto na DEIMOS, ‘e tem por base uma infra-estrutura sólida desenvolvida pela DEIMOS e já testada noutras missões da ESA para a calibração e verificação dos dados do satélite’. Parâmetros críticos, como por exemplo a localização exacta das imagens e a precisão radiométrica dos dados, têm de ser verificados nesta fase, para que se possam efectuar as devidas correcções e afinar o mais possível o instrumento a bordo.


‘O nosso trabalho nesta fase é fulcral para o funcionamento futuro do satélite’, complementa Antonio Gutiérrez, Director de Sistemas de Segmento de Terra da DEIMOS, ‘e os dados que o Sentinel-1 irá fornecer vão permitir o desenvolvimento de serviços inovadores, incrementando em muito a segurança dos cidadãos em situações de emergência, por exemplo, nos casos de cheias ou terramotos’. A DEIMOS desenvolve também outras actividades no âmbito do Copernicus, liderando um consórcio no 7º Programa-Quadro da CE para o desenvolvimento de serviços baseados em dados dos Sentinels, o SENSYFiv, que se foca no processamento de dados baseado em computação distribuída na “cloud”.

Por MundoGeo

sábado, 12 de abril de 2014

EVENTO GOING GOOGLE LISBOA – VÍDEO E FOTOGRAFIAS

A Focus BC foi o parceiro Google Maps and Earth Enterprise participante no evento Going Google Lisboa, ocorrido no passado dia 3 de Abril.

Neste evento demos-lhe a conhecer a forma como pode transformar a sua empresa através da inovação, dando significado ao conceito “Trabalhe da forma como vive!”. Mostrámos-lhe o potencial das ferramentas Google Maps and Earth Enterprise no fomento da comunicação, interação, organização e flexibilidade nas empresas, e a forma como a representação espacial pode alavancar o seu negócio e permitir a obtenção de níveis de sustentabilidade mais elevados, através da gestão das operações em tempo real e da tomada das melhores decisões.

Assista ao vídeo demonstrativo da apresentação que efetuámos:


Veja todas as fotos do evento na comunidade Google+ criada para o evento!

Enviado por Ana Cerqueira

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Major new Geospatial event to launch in London in 2014

GEO Business, is a major new geospatial event for everyone involved in the gathering, storing, processing and delivering of geospatial information. A hands-on geospatial event that not only incorporates an international trade exhibition and a cutting edge conference,but also a programme of live workshops and demonstrations featuring the technology and services used by those working with spatial data.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A Brief History of Radar Remote Sensing

http://www.geos.ed.ac.uk/homes/ihw/timeline.html#top

Enviado por Ana Cerqueira

Envia-nos as tuas notícias para geonewsfcup@gmail.com

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Juniper Systems reveals latest rugged handheld computers at Geo Business 2014

 Rugged handheld computer manufacturer Juniper Systems will be showcasing the latest in mobile computing for field surveying and geomatics at a major new geospatial event. Taking place in London from the 28th to 29th May 2014 Geo Business incorporates an international trade exhibition and conference as well as a programme of live workshops and demonstrations. Juniper Systems will be showcasing the newly launched Archer 2 handheld as well as the Mesa Rugged Notepad giving visitors a chance to get hands on with the equipment and explore brand new functionality.




Launched at the end of 2013 Archer 2 features radical improvements in mobile rugged computing. The second generation device includes an astonishingly bright sunlight visible display, extra-long battery life as well as a high sensitivity GPS/GLONASS/SBAS receiver all encased within a rugged IP68 construction. Mesa is the world’s first rugged notepad; combining the functionality of tablet PC with features of a rugged handheld computer. With a large 5.7 inch High Visibility colour VGA LCD, embedded Windows operating system as well as GPS and camera enhancements Mesa is rugged enough for even the most challenging of environments.
Juniper Systems is based out of Utah, USA and Birmingham, UK. Juniper Systems designs and manufactures rugged handheld computers and provides field data collection solutions for use in extreme environments. Since 1993, Juniper Systems has provided innovative mobile technology to natural resources, public works, geomatics, agriculture, industrial, and military markets.




terça-feira, 8 de abril de 2014

Disponível o software GeoServer 2.5.0


A equipa de desenvolvimento do GeoServer, solução que permite editar, compartilhar e processar geoespaciais, através de Web Map Service (WMS), Web Coverage Service (WCS) e Web Feature Service-Transaction (WFS-T), disponibilizou uma nova versão estável que traz diversas melhorias.

Entre as novidades do GeoServer 2.5.0 estão o suporte a WCS 2.0 que traz melhorias em termos de usabilidade em comparação com as versões anteriores, adição da extensão Earth Observation (EO) juntamente com o WCS 2.0 e uma nova extensão para importação em lote de dados o que proporciona um melhor fluxo de trabalho para a configuração de camadas permitindo a importação de múltiplos arquivos Shapefiles e/ou múltiplas tabelas de Base de Dados.

Além disso, houve melhorias de desempenho e de qualidade no WMS com a inclusão de um novo codificador PNG baseado na biblioteca PNGJ e JPEG usando a libjpeg-turbo, melhoramento na precisão do GetFeatureInfo para extração de informações, adição da uma extensão para exportação no formato DXF (Drawing Exchange Format), suporte a Active Directory através do LDAP, além de trazer correções e novas traduções (Japonês e Russo).

Para mais informações visite:

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Rússia lança novo satélite Glonass com sucesso

O satélite de navegação Glonass-M, lançado na noite de domingo dia 24 de Março do cosmódromo de Plesetsk, atingiu a órbita pré-determinada.

O coronel Alexei Zolotukhin, representante do serviço de imprensa do ministério da defesa da Rússia, informou que o míssil Soyuz-2.1B, com o satélite Glonass-M a bordo, foi lançado às 02 horas 54 minutos, hora de Moscovo.

O novo Glonass-M juntou-se aos 28 satélites Glonass atualmente em órbita. Vinte e quatro satélites estão atualmente em operação, enquanto três servem como reposição e reserva e um está em fase de testes de voo.

O sistema Glonass requer pelo menos 18 satélites operacionais para que os serviços de navegação operem em todo o território russo e 24 satélites para fornecer serviços de navegação em todo o mundo. Até 2020, a Rússia planeia ter 30 Glonass-M de nova geração e satélites Glonass-K em órbita, incluindo seis de reserva.

O sistema, que foi lançado oficialmente em 1993, é a resposta da Rússia ao Sistema de Posicionamento Global dos Estados Unidos, o GPS. O sistema fornece dados de posicionamento em tempo real com uma precisão de um metro. O programa Glonass foi iniciado na década de 1970, mas passando por uma reformulação em 2001.

Por MundoGeo

domingo, 6 de abril de 2014

Revista Ingenium N.º 139 - Janeiro/Fevereiro


Sumário
  • Tema de Capa
    As Cidades do Futuro
  • Entrevista
    João de Oliveira Barros, Coordenador do Centro
    de Competências para as Cidades do Futuro, FEUP
  • Mário Campolargo, Diretor Net Futures na Direção-Geral CONNECT, Comissão Europeia
    • Estudo de Caso
      Smart Cities Portugal – Uma plataforma colaborativa
      Plano de Mobilidade – Acessibilidades 21 - O caso de Almada
    • Comunicação
    • MATERIAIS – Os TRL (Technology Readiness Levels) como Ferramenta na Avaliação Tecnológica

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O papel do Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo na mitigação das alterações climáticas

As provas da influência da atividade humana nas alterações climáticas são inquestionáveis. Diversas organizações das Nações Unidas alertam para os problemas enfrentados por muitas regiões e encorajam a criação de leis, políticas, estratégias e acções para proteger os direitos das populações afetadas pelas alterações climáticas. Onde se encaixam os engenheiros geógrafos/hidrógrafos nesta realidade? Que conhecimentos específicos têm estes profissionais para ajudar a comunidade global?
•Medição e monitorização de alterações: como resultado dos seus conhecimentos para a realização de medições espaciais, o Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo é estreitamente envolvido na monitorização de alterações espaciais. Normalmente, estas são determinadas em relação a um sistema de coordenada (ou de referência), sistema provavelmente também estabelecido por estes profissionais. Como qualquer sistema de referência, a sua estabilidade a longo prazo (ou, alternativamente, um conhecimento exato do movimento do sistema em relação ao tempo), é crucial para que os dados fornecidos pelos sistemas de monitorização globais possam ser interpretados corretamente.
Mas a nível local o contributo é também importante pois importa assegurar a estabilidade dos marégrafos através da sua monitorização em relação a um conjunto de referências estáveis.
• Análise e integração de dados: uma peça importante em qualquer análise sobre alterações climáticas são os cenários “e se”, sendo que esta análise recorre frequentemente a Sistemas de Informação Geográfica (SIG). É então necessário assegurar não só que a informação que vai integrar os SIG é coerente, de qualidade, nomeadamente que está num mesmo referencial, mas também que as ferramentas disponibilizadas pelos SIG são capazes de efetuar as necessárias análises.
• Mitigação e adaptação: as medidas de mitigação dos efeitos das alterações climáticas onde os engenheiros geógrafos/hidrógrafos podem intervir: áreas urbanas/agregados populacionais: levantamento da malha urbana, questões de posse de terra, orientação das construções (maximizar a utilização de fontes de energia renováveis); áreas periurbanas (áreas de rápida urbanização, normalmente fortemente influenciadas pela migração rural-urbana): utilização de ferramentas espaciais de planeamento,novas abordagens para a resolução das questões de posse de terra; áreas rurais, incluindo zonas de pesca e extração de minérios (zonas em regressão por expansão das áreas urbanas): avaliar as áreas e uso do solo, colaborar na implementação de novas técnicas que permitam aumentar a produtividade agrícola (exp., agricultura de precisão com uso de GPS). Governação responsável . O papel do Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo
No topo da lista das mais importantes questões relacionadas com o meio ambiente num contexto global, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) coloca a necessidade de haver um enquadramento dos procedimentos da governação com os desafios da sustentabilidade global. Tal envolve implementar processos de governação e administrativos ambientais que sejam representativos, responsáveis, eficazes e transparentes.
• Medição e cartografia: a Terra e o Mar são dois componentes cruciais do ambiente global. No mundo moderno, o primeiro passo para a governação sustentável de um recurso é compreender as características ambientais destes recursos assim como a sua dimensão espacial. Neste contexto, é o Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo que realiza as medições que determinam as dimensões e a topografia quer da Terra quer do fundo do Mar. É também este que integra estes dados num SIG, o qual permite que sejam visualizados em formato digital, elemento basilar numa gestão e governação sustentáveis.
• Administração e governação: as Diretrizes Voluntárias para a Governação Responsável da Posse da Terra, Pescas e Florestas no Contexto da Segurança Alimentar Nacional (FAO) definem os princípios e práticas que podem servir de referência para os Governos na elaboração das leis e na administração dos direitos relativos à terra, pesca e florestas. Esta governação: i) reconhece e respeita os proprietários legítimos e os seus direitos; ii) protege todos os titulares desses direitos contra ameaças e infrações; iii) promove e facilita o uso e a fruição desses direitos. Entre outras coisas, os Estados são encorajados a promover a recolha e manutenção de informação atualizada sobre a terra, recursos pesqueiros e florestas e a fazê-lo para que os direitos sobre a propriedade sejam transparentes. No ponto 17 do documento das Diretrizes Voluntárias está recomendado que “os Estados devem proporcionar sistemas (tais como registo, cadastro e sistemas de licenciamento) para o registo dos direitos de posse individual e coletiva a fim de melhorar a segurança destes direitos”. Na sua essência, estas tarefas caem diretamente dentro do domínio profissional do Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo.
• Ordenamento do território: na lista anteriormente referida, elaborada pelo PNUMA, o tema colocada em 11. º lugar está relacionado com a necessidade de aumentar a resiliência e sustentabilidade urbana. A chave para tal sustentabilidade encontra-se no conceito de cidades “verdes” ou “eco-cidades”que diferem das cidades convencionais porque“têm uma combinação vital de usos da terra dentro de suas fronteiras, produzem energia renovável e proporcionam oportunidades de transporte de baixo consumo”. É claro que o projeto de tais cidades exigirá equipas pluridisciplinares, sendo que o Engenheiro Geógrafo/Hidrógrafo deverá ser um dos elementos integrantes. Já o artigo “Coastal regions vital for economy”chama a atenção para uma recente proposta da Comissão Europeia no sentido do estabelecimento de um quadro para uma gestão costeira integrada e para o “planeamento espacial marítimo” de forma a obter-se uma melhor gestão de reivindicações divergentes e dos recursos marítimos. Neste quadro, os planos e as estratégias exigirão dados de elevada qualidade para avaliar a saúde do meio ambiente costeiro. A falta de uma garantia de qualidade de dados espaciais dificulta uma gestão eficaz, pelo que os Estados-membros da União Europeia terão de fazer um esforço para harmonizar os seus dados e torná-los consistentes com os dados reportados por outros países. (Também neste domínio, e à semelhança do artigo anterior, terão que ser criadas equipas pluridisciplinares, que integrem engenheiro geógrafos/engenheiros hidrógrafos capazes de assegurar a harmonização e consistência de dados).

Por Colégio Nacional de Engenharia Geográfica

quarta-feira, 2 de abril de 2014

3D Vegetation Library Delivers Advanced Models for Urban Design and GIS Professionals

Esri announced a technology agreement to add 3D vegetation inside Esri products. Under the terms of the agreement, Esri incorporated a custom-developed Plant Factory library of plants and trees in its 3D products. The Esri 3D Vegetation Library delivers high-performance, realistic plant models for use in Esri CityEngine, ArcGIS for Desktop, and 3D web scenes on ArcGIS Online. The Esri 3D Vegetation Library is also compatible with e-on's LumenRT Immersive Visualization solution, allowing seamless export of CityEngine scenes and plants directly into LumenRT.

The Esri 3D Vegetation Library: 
Contains 80 realistic 3D models of flowers, shrubs, and trees. Each plant also comes with a solid representation for creating analytical or thematic 3D maps. 
Includes procedural rules to create lifelike 3D vegetation populations. Place single plants onto points—or several thousand onto an area with custom species mixes. 
Is suited to visualize GIS datasets of traced trees and is attribute driven via genus, species, common name, height, or crown diameter. 
Is now available as a free download on ArcGIS Online. 


Por ESRI

terça-feira, 1 de abril de 2014

O contributo dos engenheiros geógrafos na mitigação das alterações climáticas e na governação responsável

Na Sociedade portuguesa, os poucos que conhecem a atividade dos engenheiros geógrafos/engenheiros hidrógrafos veem esta profissão como uma actividade ligada quase exclusivamente à Construção Civil. Dois artigos divulgados no final de 2013 – “Climate change and responsible governance:

The role of surveyors in assisting Small Island Developing States”1, de John Hannah2, e “Coastal regions vital for economy”

publicado na Revista “Port Engineering Management”3 – apontam formas de intervenção/colaboração daqueles profissionais e necessidades de trabalho nesta área específica do conhecimento, que podem contribuir para a mitigação dos efeitos das alterações climáticas e para melhores práticas de governação. Seguidamente apresentam- se alguns extratos destes artigos. Os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento são muito mais vulneráveis que as nações desenvolvidas. Um número substancial dessas vulnerabilidades está ligado às alterações climáticas e envolve decisões sobre o melhor uso da terra e de outros recursos. O Engenheiro Geógrafo/Engenheiro Hidrógrafo tem um conjunto diversificado

de capacidades que pode ser usado para fornecer os dados, as análises, as percepções e a compreensão necessária para ajudar a tomar essas decisões. As competências profissionais que formam uma parte essencial dos conhecimentos dos engenheiros geógrafos e hidrógrafos, enquanto não amplamente apreciadas ou compreendidas, são diversas, variadas e valiosas. De acordo com a definição destas competências dada pela FIG, estes profissionais têm as “qualificações académicas e as competências técnicas para realizar uma ou mais das seguintes atividades: determinar, medir e representar a Terra, objetos tridimensionais, campos de pontos e trajetórias; reunir e interpretar informações geograficamente relacionadas com a Terra; usar essa informação para o planeamento e eficiente administração da Terra, o Mar e todas as estruturas relacionadas e, para conduzir pesquisas sobre as práticas acima descritas e para desenvolvê-las”. 

1 Quatro países da CPLP - Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste - fazem parte do grupo dos 54 Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEI D).
De forma a chamar a atenção dos problemas enfrentados por estes estados a ONU decretou que 2014 é Ano Internacional dos PEI D.
2 Artigo disponível em www.fig.net/pub/monthly_articles/december_2013/hannah.html

Por Colégio Nacional de Engenharia Geográfica