terça-feira, 13 de maio de 2014

NOAA apresenta mapa de simulação do Tsunami do Chile

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA em inglês) apresentou o modelo do “Tsunami do Chile“, calculado com o método de previsão do NOAA e elaborado pela própria instituição. O modelo simula como as ondas do Oceano Pacífico, causadas pela magnitude 8,2 do terremoto no Chile no dia 1 de Abril, propagarando-se ao longo de 30 horas. O modelo destaca o alcance deste perigoso tsunami. Embora este terremoto não tenha sido grande o suficiente para enviar ondas destrutivas ao longo de todo o oceano, um terremoto de magnitude 9 certamente poderia ter causado mais destruições.


O maior terremoto já registado foi de magnitude de 9,5, em 1960, que também ocorreu na zona de subducção do Chile. O tsunami resultante matou 61 pessoas no Havaí e 138 no Japão. O terramoto e o tsunami combinado causaram 1.655 mortes.

Ambos os tremores ocorreram no que é chamado de zona de subducção, onde uma placa oceânica está a ser empurrada por baixo de uma placa continental e de volta para o manto da Terra. A zona de subducção contínua situa-se ao longo da fronteira do Pacífico da América do Sul. Estas zonas são capazes de provocar terramotos maiores do que qualquer outro tipo de limite de placa, e também são responsáveis pelos vulcões ativos que circundam o Oceano Pacífico.

Abaixo é possível visualizar o vídeo do modelo simulando a propagação das ondas no Oceano Pacífico: 


Por MundoGeo

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