sábado, 31 de maio de 2014

Como está a evolução dos métodos de posicionamento?


 O sistema de posicionamento por satélite, que começou no passado com o TRANSIT e que recentemente vem se aperfeiçoando com o GNSS, teve, desde o início, uma tendência para o chamado método relativo de posicionamento. Este implica no uso de um recetor fixo num ponto de coordenadas conhecidas e um outro num ponto a determinar.

As primeiras aplicações sempre envolveram o método relativo na técnica pós-processamento, não sendo necessária a transmissão dos dados entre as estações, após um período longo de observações.

No entanto, um dos objetivos principais foi o posicionamento instantâneo viabilizado pela observação de pelo menos oito satélites (perspetiva que já se tornou possível) e pelo desenvolvimento das técnicas numéricas de solução rápida das ambiguidades. Porém, esse ideal implicou na necessidade imperativa de transmissão dos dados do recetor base para o móvel. O uso de ondas eletromagnéticas transmitidas e recebidas pelos equipamentos, popularmente denominados rádios (transmissores e recetores), é limitado pelas obstruções na propagação das referidas ondas.

A necessidade prática de mais flexibilidade e eficiência no envio das observações de fase do recetor base para o móvel fez com que se desenvolvesse a tecnologia integrada ao sistema de comunicação móvel (como, por exemplo, a conexão GSM, a padronização GPRS e a conexão 3G) e a Internet (ROGOWSKI et al. 2004).

A ideia original do que veio a ser denominado serviço NTRIP era a de criar uma aplicação baseada em um protocolo capaz de transmitir dados GNSS pela Internet. Assim, pode-se afirmar que o serviço NTRIP nada mais é do que um serviço de adequação da transmissão de dados GNSS/GPS na internet, comandado por um conjunto de softwares que convertem o protocolo RTCM para a linguagem de Internet em um IP. Este IP é selecionado, indiretamente, por meio da configuração da estação de referência, a qual é escolhida pelo usuário quando ele configura o seu equipamento móvel durante o levantamento pela técnica RTK/GSM e com uso do serviço NTRIP.

O método RTK em REDE, nada mais é que um conjunto de no mínimo 3 estações de referência ligadas a um servidor, que gere e disponibiliza as correções RTK, eliminando o erro linear e tornando a inicialização instantânea em campo, dentro da área de trabalho, coberta.

Para o funcionamento do método RTK em REDE, são necessários os seguintes componentes: no mínimo 3 ERA IP em uma distância máxima de 100 km entre cada um; um software para gerir ERA que receba os dados, controle os acessos e crie um modelo matemático de correções geodésicas dentro da área de cobertura desta rede e, ainda, recetores móveis com capacidade de receber e interpretar os dados. 


Este método, já está operacional em diversos países da Europa e as experiências demonstram que. dentro dessa área de cobertura, a distância de linha base entre a ERA e o receptor móvel aumenta substancialmente, a qualidade do envio da observação de fase é mais estável e os trabalhos de posicionamento utilizando recetores GNSS, são executados com mais eficácia e sem inicialização.

Monico (2008) afirma que posicionamento é a determinação da posição de objetos com relação a um referencial específico. Corresponde ao posicionamento absoluto quando as coordenadas são determinadas, diretamente, por um único recetor. No entanto, quando as coordenadas são determinadas com relação a um ou mais vértices materializados e com coordenadas conhecidas, o posicionamento é denominado método relativo. O emprego da tecnologia de posicionamento GNSS (MONICO; 2000, 2008) apresenta a seguinte classificação:
• Posicionamento pelo método absoluto: por ponto simples, por ponto preciso;
• Posicionamento pelo método relativo: estático, estático rápido, semi-cinemático, cinemático e cinemático em tempo real.

Resumidamente, a técnica RTK é baseada na utilização de um recetor base que envia as observações de fase do recetor móvel o qual realiza o processamento em tempo real, calculando as coordenadas instantaneamente.

Assim, a técnica RTK pode ser viabilizada de dois modos:
• Pela transmissão em UHF das observações de fase do recetor base para o móvel utilizando um enlace de rádios, agora, denominada de RTK/UHF 


•E por meio da disponibilização das observações de fase do receptor base para o móvel através da conexão GSM/GPRS, de agora em diante identificada, pela sigla RTK/GSM.
A figura ilustra a utilização da infraestrutura existente da conexão GSM/GPRS, realizando a comunicação entre o receptor base para o móvel.

Por MundoGeo

TomTom e AutoNavi formam parceria com a Audi na China


A TomTom e a AutoNavi anunciaram uma parceria com a Audi na China, para disponibilizar serviços de tráfego para o modelo A3 do fabricante alemão.

Apesar das medidas em vigor para reduzir os engarrafamentos, como a limitação de registo de novos veículos e a construção de novas estradas, a China continua a enfrentar problemas de tráfego, especialmente nas áreas urbanas densamente povoadas.

«Esta parceria vai agilizar o congestionamento do tráfego nas estradas da China», refere Ralf-Peter Schäfer, responsável da Divisão de Trânsito na TomTom.
 
Por PCGuia

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ten year-old Dragon gains new strength


Poyang lake

As ESA and China mark a decade of cooperation, imagery over China’s Poyang lake is testament to the new Sentinel satellite’s promise of continued radar data acquisition for a multitude of applications.

The Poyang lake in southern China’s Jiangxi province is the largest freshwater lake in the country.

This lake is an important habitat for migrating Siberian cranes – many of which spend the winter there. The basin is also one of China's most important rice-producing regions, although local inhabitants must contend with massive seasonal changes in water level.

In addition to seasonal changes, a team of scientists working under ESA’s Dragon programme have identified an overall decrease in water level in the lake over the last decade.

Led by Prof. Huang Shifeng from Beijing’s Institute of Water and Hydraulic Resources and Dr Hervé Yesou from SERTIT in France, the team used radar and optical imagery primarily from ESA’s Envisat satellite, supplemented with data from ESA Third Party and Chinese missions.

Envisat vs. Sentinel-1 radar

The Envisat mission ended in 2012, but the recently launched Sentinel-1A satellite continues the legacy by providing high-resolution radar data for inland water monitoring, among many other applications.

The scientists are using the data to improve our understanding of the lake’s water surface dynamics – information useful for flood mitigation, habitat mapping, ecological characterisation and measuring the water cycle’s impact on human health.

The project also concentrates on a unique synergistic exploitation of data from different types of space-based sensors – synthetic aperture radar, optical and altimeter – for water monitoring. As new radar data from Sentinel-1 become available, combining these new data with 20 years of measurements from previous satellite radar missions is key for mapping the long-term changes of this and other areas across the globe.

Poyang is just one of the many project areas of the collaborative Chinese-European Dragon Programme, which marks its ten-year anniversary this week.


Poyang submersion

As a joint undertaking between ESA and the National Remote Sensing Center of China (NRSCC), under the Ministry of Science and Technology (MOST) of China, the programme promotes the use of ESA, Third Party Mission and Chinese Earth observation satellite data within China for science and applications.

Over the past decade, the programme has significantly grown. The annual Dragon symposium held this week in Chengdu, China, was attended by MOST Vice Minister, Dr Cao Jianlin, and saw over 300 participants – double the number at the inaugural symposium in 2004. This programme has been recognised by both NRSCC and ESA as a model for successful scientific cooperation between Europe and China.

Por ESA

SpaceX apresentou nova versão da cápsula Dragon (Vídeo)

A agência espacial SpaceX de Elon Musk apresentou ontem uma nova versão da cápsula Dragon, a Dragon V2, capaz de transportar até sete astronautas de e para a Estação Espacial Internacional.

No evento de apresentação, Elon Musk referiu que a cápsula Dragão V2 pode «pousar em qualquer lugar da Terra com a precisão de um helicóptero». Isto só é possível graças aos seus sistemas de propulsão e de aterragem.

O CEO da SpaceX acredita que a cápsula Dragão V2 pode entrar ao serviço a partir de 2016. A SpaceX desenvolveu a nova versão da cápsula Dragon com fundos vindos do programa Commercial Crew da NASA.

Este programa destina-se a estimular o desenvolvimento de um veículo espacial para que a NASA não tenha de depender da agência espacial russa para o transporte dos seus astronautas.

Vídeos

Por PCGuia

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Tripulação da Expedição 40/41 chegou à Estação Espacial Internacional


A tripulação da Expedição 40/41, que partiu ontem do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, a bordo da nave Soyuz, já chegou à Estação Espacial Internacional. O astronauta da ESA, Alexander Gerst, o da NASA, Reid Wiseman, e o russo Maxim Suraev, vão viver e trabalhar no espaço durante os próximos seis meses.

A missão de 166 dias de Alexander tem o nome de Blue Dot, em homenagem ao astrónomo Carl Sagan, que descreveu a Terra como um pálido ponto azul (blue dot), tal como era vista numa fotografia tirada pela nave Voyager da NASA, a seis mil milhões de quilómetros do nosso planeta. A missão inclui um extensor programa científico, que reflecte a diversidade da pesquisa feita na Estação Espacial Internacional.

Durante os próximos meses vão ser feitas mais de 40 experiências das áreas da física dos materiais, da fisiologia humana, biologia de radiação, pesquisa solar, biotecnologia, física dos fluidos e astrofísica, além de uma série de demonstrações de tecnologia.

Como engenheiro de voo, Alexander irá também ajudar a acoplar o quinto e último Veículo de Transferência Automatizado da Agência Espacial Europeia (ESA),Georges Lemaitre, que deverá ser lançado a 25 de Julho. O ATV-5 irá testar o novo sensor de imagem de laser de infravermelhos, LIRIS, que irá permitir, no futuro, a acoplagem de naves com alvos como as cápsulas espaciais e o lixo espacial.

Por PCGuia

SESSÃO PÚBLICA S/ EXTENSÃO DA PLATAFORMA CONTINENTAL


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Ordem dos Engenheiros Região Norte
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Probing satellites mysterious death tumbling

Space debris around Earth 28 May 2014

Down on the ground, death equals stillness – but not in space. Derelict satellites can tumble in unpredictable ways and ESA’s team tasked with developing a space salvage mission want to find out why.

In recent years, satellites beginning uncontrolled reentries have been tracked, such as Russia’s Phobos-Grunt and Germany’s Rosat. In a few cases, satellites suffering unexpected failures in orbit have also been followed, including ESA’s Envisat and Japan’s ADEOS-II.

In every case, the satellite has been seen to be tumbling – but the reason why remains a mystery.

Similarly, when control of a satellite is temporarily lost, ESA’s Operations Centre team in Darmstadt, Germany, are accustomed to fixing the satellite’s attitude as a prelude to recovery – helping to better understand the satellite's status.

Envisat imaged by another satellite

ESA’s Clean Space initiative – tasked with reducing the space industry’s environmental impact on Earth and space – is seeking to transform our understanding of how large, dead objects behave in space, encompassing launcher upper stages as well as satellites.

The aim of a new study is to combine detailed computer analysis with a range of ground-based observations, some which have only rarely been tried.

Optical telescopes and ground radar are today’s favoured monitoring methods, but the study will also investigate the potential of optical and radar satellites in nearby orbits for space-to-space observations.


Highly accurate laser ranging will also be attempted. A global network of ground stations would bounce lasers off a satellite’s retroreflectors – like ‘cat’s eyes’ built into a motorway.

Laser ranging can pin down a satellite’s position to within centimetres, but has seldom been attempted on out-of-control objects.

Out-of-control Phobos-Grunt

The hope is that sustained observation of particular objects over time will give new insights into the kind of factors influencing attitude changes, and how this motion is likely to change over time.

Meanwhile, specialised simulations will seek to pin down these drivers and develop reliable forecasts of how derelict satellites behave.

The long list of potential perturbations include changes in the satellite's centre of gravity as parts break off, atmospheric drag, the faint but steady push of sunlight, micrometeoroid and debris impacts, internal magnetic fields, outgassing and fuel leaks, exploding batteries and even the sloshing of leftover fuel.


For Clean Space, this study is of more than academic interest. The team is planning a dedicated satellite salvage mission called e.DeOrbit and improving our knowledge of a target’s condition will help to fine-tune the design.

Bidders are welcome on the study contract. For more information, check the invitation package, accessible here.
Por ESA

Sentinel-1 aids Balkan flood relief

Flood map
 
 Although not yet operational, the new Sentinel-1A satellite has provided radar data for mapping the floods in Bosnia and Herzegovina.

Heavy rainfall leading to widespread flooding and landslides has hit large parts of the Balkans, killing dozens of people and leaving hundreds of thousands displaced.

Jan Kucera of the Europan Commission’s Joint Research Centre is supervising the technical aspect of the Copernicus Emergency Management Service (EMS). While mapping the flooding in northeastern Bosnia and Herzegovina, ESA delivered a radar scan from Sentinel-1A: “I had a first look and discovered that we were missing an important flooded area visible in the middle of the image.”

Although the radar on Sentinel-1A is still being calibrated, the new information could be integrated into the Copernicus EMS flood maps of the Sava river in the Balatun area in Bosnia and Herzegovina.

“In emergency situations like these, it is important that we optimise all the available data to produce better maps for disaster relief efforts.”

The radar on Sentinel-1 is able to ‘see’ through clouds, rain and in darkness, making it particularly useful for monitoring floods. Images acquired before and after a flood offer immediate information on the extent of inundation and support assessments of property and environmental damage.

Sentinel-1A was launched on 3 April, and is the first in a fleet of Sentinel satellites developed for Europe’s Copernicus environment monitoring programme.

Sentinel-1A scan

Although the satellite is still being commissioned, this Balkan coverage is an early example of the kind of operational data the mission will provide for emergency response.

Once operational, Sentinel-1 will revolutionise the use of satellites in risk assessment management and emergency response with its provision of large amounts of radar data in a systematic fashion.

The new scans are also being used by the International Charter Space and Major Disasters, which was activated by the Russian risk management authorities involved in flood response in Serbia.

The Charter is an international collaboration between the owners and operators of Earth observation missions to provide rapid access to satellite data to help disaster management authorities. 
 
Por ESA

Google anuncia protótipo de carro autónomo

…que não tem volante nem pedais

Ao longo dos últimos anos as empresas tecnológicas têm vindo a entrar em novos segmentos. Sendo hoje a tecnologia a base da grande parte dos projectos, porque não expandi-la e adaptá-la a outras áreas de negócio como é o caso do segmento automóvel, segmento da habitação (com a automação/Domótica), entre outras.

Num anuncio recente, a Google desvendou o seu novo protótipo de um carro autónomo…que não tem volante nem pedais.



O co-fundador da Google,Sergey Brin anunciou ontem, na Code Conference, um novo protótipo de um carro autónomo, que obviamente não necessitará da acção humana para intervir em todas as acções necessárias para a condução do mesmo. Este protótipo não tem o tradicional volante, acelerador e até o importante travão…em vez disso a Google “artilhou” o veículo com sensores que serão controlados por software.

A Google frisou que o novo conceito de carro autónomo é muito “básico”, podendo estar facilmente adaptar-se a diferentes casos de uso. Outro pormenor importantíssimo destes self-drive é a questão da segurança daí o veículo ser bastante arredondado. De acordo com a Google, estes veículos inteligentes vêm com sensores capazes de “eliminar” pontos mortos e podem inclusive detectar objectos, em todas as direcções, a uma distância de mais de dois campos de futebol.

A velocidade dos primeiros protótipos estará limitada aos 25 mph (cerca de 40 Kms/h).


No interior o conforto não foi esquecido. Apesar de não serem luxuosos, estes novos veículos serão muito confortáveis para que as viagens sejam o menos cansativas possíveis. A simplicidade chega também aos interiores, onde apenas estão disponíveis dois lugares com cintos de segurança, um local para colocar objectos, os botões para iniciar e parar e também um painel com informações da rota.


Aqui fica um pequeno vídeo com a demonstração deste novo conceito: 
 http://videos.sapo.pt/9qUNoerl0sJOnzDRiyIv
“Vamos aprender muito com esta experiência, e se a tecnologia se desenvolve como esperamos, vamos trabalhar com parceiros para trazer essa tecnologia para o mundo de forma segura”, referiu o co-fundador da Google.

Nesta fase inicial, a Google tem prevista a produção de 100 exemplares sendo que os mesmo deverão começar a “rolar ”, em testes, já este Verão.

Qual a vossa opinião sobre este “novo” conceito?
Por pplware

terça-feira, 27 de maio de 2014

CEM disponibiliza nova versão do software Terra View Política Social






Está no ar no site do CEM a versão atualizada do software Terra View Política Social, desenvolvida pelo Inpe para o Centro. Desde 2007 uma parceria do CEM com a Divisão de Processamento de Imagens do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (DPI-Inpe) coloca à disposição dos visitantes do site do CEM este programa.

A parceria tem como principal foco atrair para o uso de ferramentas de geoprocessamento novos pesquisadores, técnicos de administração municipal, alunos de graduação e pós-graduação, dentre outros, apresentando-lhes uma visão nova sobre a importância da produção de análises e interpretações espaciais a respeito da realidade social de nossas áreas urbanas. As principais novidades que a atualização traz são:

• A possibilidade de inserção de novos plug-ins ou novas ferramentas, que podem ser construídas e inseridas no novo Terra View Política Social;

• Melhorias no uso de diversas ferramentas, como a inserção de limites a partir de outras bases cartográficas para a criação de áreas de influência como o Voronoi;

• Facilidades para a obtenção e a transposição de dados de diversos planos de dados diferentes;

• Importação e exportação de bases cartográficas do tipo .kml que possibilitam a visualização dos dados no programa Google Earth incrementando as formas de visualização das bases construídas em ambas as plataformas;

• A integração com diversos novos tipos de arquivos de bases cartográficas digitais, em especial: .wcs .wfs e .wms , tipos que se encontram em rápido desenvolvimento e que propiciam uma maior integração de comunidades produtoras de cartografia livre na web;

• A inserção do plug-in “estimador por proporcionalidade de área”, exclusivo do TVPS, que faz com precisão e rapidez a estimativa de proporção de uma população com recortes urbanos não tradicionais, normalmente a partir dos setores censitários do IBGE;

• O novo padrão visual do programa Terra View Politica Social;

• A nova versão do curso de Introdução ao Geoprocessamento com Terra View Política Social, com atualização da apostila (em breve), dos exemplos, bem como a inserção das novas funcionalidades.

Com a oferta cada vez maior de bases de dados cartográficas digitais, tanto pela página do CEM, tanto pela web, a nova versão do Terra View Política Social 4.2.2 amplia as oportunidades de se trabalhar com os mais diversos tipos de arquivo cartográfico, facilitando as apresentações e os resultados obtidos ao longo das mais variadas pesquisas.

O software de geoprocessamento Terra View Política Social 4.2.2 está disponível gratuitamente no site do CEM, na área SIG. 

Por MundoGeo